Estratégia de marca, presença digital e expansão europeia para um dos bateristas mais relevantes do jazz brasileiro contemporâneo.
Você tem 30 anos de carreira, 11 mil seguidores, parcerias com Canopus, Bosphorus, Torelli e um currículo que inclui Mafalda Minnozzi, Baby do Brasil, Big Band Paulo Moura e trilhas para a Netflix. Mas o seu posicionamento digital não conta nada disso à primeira vista. A fachada do seu perfil está aquém do artista que ela representa, e isso custa caro quando o mercado europeu está literalmente do outro lado da tela.
Sua mudança recente para a Europa não é apenas geográfica, é uma reinvenção de mercado. Cada cidade nova é uma plateia nova, cada palco nova é um vídeo novo, cada conservatório é um workshop possível. Mas existe uma janela: o algoritmo, a curiosidade do público europeu, e o frescor do "novo" duram cerca de 12 meses. Esse é o intervalo que precisamos ocupar.
O jazz brasileiro tem demanda real e crescente em Lisboa, Porto, Madrid, Paris, Berlim, Amsterdã e Copenhague. Festivais europeus pagam bem, agendam com antecedência e valorizam autenticidade.
O que falta para você não é talento, é posicionamento legível. Quem programa um festival em Berlim precisa entender, em 8 segundos no seu Instagram, que você é um baterista de Tatuí com 30 anos de estrada que agora está fazendo a ponte entre tradição brasileira e jazz contemporâneo. Hoje, isso não está visível.
A história do "baterista brasileiro recém-chegado à Europa, levando samba, baião e maracatu para o jazz moderno" é uma das narrativas mais vendáveis que existe agora, e é a sua. Vamos transformá-la em capital de marca.
Não trabalho com posts soltos. Construo um sistema onde cada peça reforça as outras. O Instagram alimenta o site, o site captura emails, os emails movem para shows, os shows viram conteúdo, e o conteúdo volta para o Instagram. Tudo conversa.
A base de tudo. Antes de qualquer post, qualquer site, qualquer reel, precisamos definir o universo visual que vai segurar todo o resto. Sem identidade, não há repetição. Sem repetição, não há reconhecimento.
Saída do Wix, entrada em uma plataforma à altura do seu nome. Site que funciona como cartão de visita para programadores europeus, com material de imprensa pronto para download e booking integrado.
O Instagram inteiro repensado. Bio, destaques, fixados, feed, stories: cada elemento da fachada reformulado segundo princípios visuais sólidos. Migração da lógica "lista de patrocínios" para a lógica de proposta de valor.
A diferença entre tocar bem e ser conhecido por tocar bem é a narrativa. Aqui transformamos suas habilidades, seus shows e sua mudança para a Europa em séries de conteúdo que fisgam atenção.
Crescimento orgânico tem teto. Para acelerar a notoriedade na Europa em 90 dias, precisamos somar três frentes: tráfego pago segmentado para músicos e amantes de jazz nos países-alvo, parcerias estratégicas com perfis afins, e abordagem direta a curadores e jornalistas. Aqui é onde você sai de "baterista brasileiro talentoso" para "baterista brasileiro que está fazendo barulho na Europa".
Cada item abaixo é um entregável real, com prazo, escopo e formato definidos. Nada de "consultoria genérica". Você recebe arquivos, sistemas e plataformas funcionando.